12 de Maio de 2026 | Angola
O ministro do Interior de Angola, Manuel Homem, anunciou que o Governo poderá avançar, nos próximos dias, com a abertura de um concurso público para o recrutamento de novos efectivos da Polícia Nacional de Angola.
O anúncio foi feito durante uma visita de trabalho à província do Cubango, onde o governante revelou que os procedimentos técnicos e administrativos necessários para o lançamento do concurso estão em fase final de tramitação junto do Ministério das Finanças.
Segundo Manuel Homem, falta apenas a conclusão de algumas formalidades administrativas para que o processo seja oficialmente autorizado.
“Estamos neste momento a trabalhar num programa que permitirá o recrutamento de efectivos no Ministério do Interior. É um trabalho coordenado que precisa da conformação de outros sectores, como o Ministério das Finanças, mas acreditamos que os procedimentos administrativos precedentes estarão concluídos nos próximos dias”, afirmou.
Embora o ministro não tenha avançado o número exacto de vagas disponíveis, destacou que o reforço do efectivo policial é considerado essencial para responder às actuais necessidades de segurança pública e cobertura operacional em várias regiões do país.
A necessidade de novos agentes ganhou maior relevância após a recente divisão político-administrativa do antigo território do Kuando-Kubango, processo que obrigou à redistribuição de efectivos entre as novas unidades administrativas.
De acordo com o governante, a província do Cubango continua a enfrentar limitações em termos de recursos humanos na Polícia Nacional, apesar do recente destacamento de cerca de 100 efectivos para a região.
“Temos necessidade de fazer um ajustamento em termos de efectivos. Fizemos já um incremento que não é suficiente. Os cerca de 100 efectivos colocados à disposição da província ainda não correspondem às expectativas locais”, explicou.
Manuel Homem garantiu ainda que o futuro concurso público deverá contemplar vagas específicas para a província do Cubango, numa tentativa de responder às exigências operacionais resultantes da nova configuração administrativa do território.
A expectativa do Executivo é de que o anúncio oficial do concurso seja divulgado assim que forem concluídos os últimos trâmites junto das entidades competentes.
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Manuel Homem prevê abertura de concurso público para recrutamento na Polícia Nacional
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13 de Maio de 2026 | AngolaAssessoria de Higino Carneiro questiona apoio do Bureau Político do MPLA à recandidatura de João Lourenço
A assessoria do pré-candidato à presidência do MPLA, Higino Carneiro, manifestou reservas quanto ao apoio declarado pelo Bureau Político do partido à recandidatura de João Lourenço, considerando que a posição do órgão levanta dúvidas sobre a legalidade e a ética do procedimento adoptado no contexto da disputa interna pela liderança partidária.
As declarações foram feitas por Paulo Guimarães, assessor do general na reforma e antigo governante angolano, em reacção ao anúncio oficial da recandidatura de João Lourenço à presidência do MPLA, no âmbito do IX Congresso Ordinário da formação política, previsto para o mês de Dezembro.
Segundo Paulo Guimarães, a entrada de João Lourenço na corrida interna “já era um cenário previsível” e não altera a estratégia da candidatura de Higino Carneiro, cujo processo de recolha de assinaturas continua a decorrer dentro dos prazos estabelecidos pelos regulamentos do partido.
“O presidente João Lourenço concorrer era um cenário que sempre esteve contemplado na nossa estratégia. Não é algo estranho para nós e acreditamos que esta corrida será muito interessante”, afirmou o assessor, em declarações à agência Lusa.
A candidatura de João Lourenço foi formalizada na segunda-feira pelo deputado do MPLA João de Almeida Martins, conhecido politicamente como “Jú Martins”, através da entrega de 11.118 assinaturas à comissão de candidaturas do partido.
Horas antes, o Bureau Político do MPLA havia tornado público o seu “apoio incondicional” ao actual líder partidário e Presidente da República, posição que está agora a ser contestada pela equipa de Higino Carneiro.
Paulo Guimarães argumenta que o posicionamento do órgão partidário merece avaliação por parte das instâncias competentes.
“Não foi uma declaração de apoio individual, mas sim o apoio de um órgão do partido. Não sabemos se o procedimento é legal ou ético e esperamos que as instâncias competentes avaliem se tudo está conforme”, declarou.
Apesar das reservas expressas em relação ao posicionamento do Bureau Político, a assessoria garante que a candidatura de Higino Carneiro continua concentrada na preparação do processo eleitoral interno e na recolha das subscrições exigidas para a formalização da candidatura.
De acordo com Paulo Guimarães, o processo decorre “com normalidade”, embora tenha registado alguns atrasos devido à introdução de novos formulários pela comissão de candidaturas, situação que obrigou à repetição de parte do trabalho anteriormente realizado.
A equipa do pré-candidato pretende apresentar um número de assinaturas superior ao mínimo exigido pelos estatutos do partido, como forma de prevenir possíveis irregularidades administrativas ou exclusões no processo de validação.
A assessoria apelou ainda aos militantes do MPLA para acompanharem e fiscalizarem atentamente o processo interno, defendendo que o actual momento representa “um marco histórico” para o partido, numa fase em que várias figuras políticas demonstraram intenção de disputar a liderança da organização.
Além de Higino Carneiro e João Lourenço, também José Carlos Almeida, António Venâncio e Irene Neto já manifestaram interesse em concorrer à presidência do MPLA.
Segundo os regulamentos internos do partido, os candidatos devem apresentar, no mínimo, 5.000 assinaturas válidas de militantes em pleno gozo dos seus direitos estatutários, incluindo pelo menos 250 subscrições em cada uma das 21 províncias de Angola. -

🌟 TYLA REVELA MOMENTO CONSTRANGEDOR COM RIHANNA NO MET GALA: “FUI IGNORADA”
O mundo do entretenimento está em alvoroço após uma revelação inesperada da cantora sul-africana Tyla sobre um encontro que teve com a superestrela Rihanna durante o icónico Met Gala.
Segundo a artista, o momento que deveria ser memorável acabou por se transformar num episódio constrangedor e emocionalmente desconfortável.
Tyla confessou que se sentiu completamente ignorada durante a breve interação com Rihanna, descrevendo o encontro como rápido e inesperado.
“Eu a conheci, mas acho que ela estava ocupada. Fui falar com ela e disse: ‘Oi, tudo bem?’ E ela respondeu: ‘Oi, hum… o pai do meu bebé está me chamando’, e depois foi embora. Eu fiquei tipo, ‘ops’”, relatou Tyla.
A declaração rapidamente começou a circular nas redes sociais, levantando debates entre fãs das duas artistas. Enquanto alguns consideram a situação apenas um desencontro típico de eventos cheios de celebridades, outros interpretaram o momento como uma possível tensão silenciosa entre figuras da indústria musical.
Curiosamente, após o episódio, especula-se que Tyla possa ter deixado de seguir Rihanna no Instagram, o que intensificou ainda mais os rumores sobre um possível desconforto entre as duas.
Até ao momento, Rihanna não comentou publicamente o assunto.
O Met Gala, conhecido por reunir as maiores estrelas do mundo da moda e da música, volta assim a ser palco de histórias que vão muito além dos vestidos e dos flashes — revelando bastidores onde o glamour nem sempre significa atenção garantida. -

ÚLTIMA HORA | TRUMP NÃO SE ARREPENDE DE TER RETIRADO OS EUA DA OMS: “ESTOU CONTENTE”
12 MAIO 2026
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta segunda-feira que não se arrepende da decisão de retirar os Estados Unidos da Organização Mundial de Saúde (OMS), mesmo numa altura em que um surto de hantavírus obrigou à repatriação urgente de 18 passageiros do paquete MV Hondius para território norte-americano.
As declarações foram feitas na Sala Oval, durante um momento de tensão com jornalistas, quando Trump foi questionado sobre se a atual situação sanitária o levava a reconsiderar a saída da OMS. A resposta foi curta, direta e sem hesitações:
“Não. Estou contente.”
Trump voltou a atacar duramente a Organização Mundial de Saúde, recuperando críticas antigas relacionadas com a gestão da pandemia da Covid-19. O líder norte-americano insistiu que os Estados Unidos estavam a gastar centenas de milhões de dólares numa instituição que, segundo ele, “não tratava bem” o país.
“Estávamos a pagar 500 milhões de dólares por ano, o que é muito dinheiro, mas não nos estavam a tratar bem. Estavam a fazer diagnósticos errados”, declarou.
Num discurso carregado de acusações, Trump voltou ainda a insistir que o vírus da Covid-19 “saiu de Wuhan”, acusando, sem apresentar provas, especialistas ligados à OMS de terem sido influenciados pela China.
“Negaram-se a dizê-lo porque estavam controlados pela China”, afirmou.
As palavras do Presidente surgem num momento delicado para as autoridades sanitárias norte-americanas, depois da confirmação de um surto de hantavírus entre passageiros do navio MV Hondius. Apesar da preocupação internacional, os serviços de saúde dos EUA garantem que o risco de transmissão para a população continua “muito, muito baixo”.
Dos 18 passageiros afetados — 17 norte-americanos e um cidadão britânico residente nos EUA — dois foram encaminhados para Atlanta para avaliações adicionais, 15 encontram-se em quarentena na Universidade de Nebraska e um outro permanece internado numa unidade especial de biocontenção após testar positivo ao vírus.
O caso está já a gerar fortes debates políticos e científicos nos Estados Unidos, reacendendo críticas sobre a relação entre a administração Trump e organizações internacionais de saúde.
Enquanto isso, cresce a atenção mundial sobre a evolução do surto e sobre o impacto político das declarações explosivas do Presidente norte-americano.
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O Rastro do Dinheiro Que Compra Nações
Uma investigação na Hungria. Transferências milionárias. O objetivo? Financiar campanhas eleitorais na América do Sul, como a do Chile. Mas isso é apenas a ponta do iceberg.
Nos bastidores da política internacional, cresce a suspeita de que estamos diante de uma operação muito maior, silenciosa e extremamente organizada. Documentos, movimentações financeiras e ligações entre grupos políticos estão a levantar questões inquietantes sobre o verdadeiro poder por trás das democracias modernas.
O que estamos presenciando é a orquestração de um plano global pela ultradireita, onde as nações são apenas peões em um tabuleiro de xadrez mais vasto. O financiamento não é ideológico, é estratégico. Eles estão comprando influência, comprando governos, comprando o nosso futuro.
Especialistas alertam que o fenómeno já ultrapassa fronteiras e pode estar ligado a redes internacionais de apoio político, manipulação de opinião pública e financiamento oculto de campanhas eleitorais. Enquanto cidadãos discutem eleições nas redes sociais, milhões circulam silenciosamente entre fundações, empresários, organizações e estruturas políticas espalhadas pelo mundo.
A pergunta que começa agora a ecoar em vários países é perturbadora: quem realmente escolhe os líderes mundiais? O povo… ou os grupos que controlam o dinheiro?
Relatórios preliminares indicam que certos financiamentos podem ter sido canalizados através de estruturas difíceis de rastrear, aumentando ainda mais o mistério em torno das verdadeiras intenções por detrás destas operações.
Quem são os verdadeiros arquitetos? Quem financia? Quem protege? E até onde esse poder consegue chegar sem ser travado?
O silêncio de algumas instituições internacionais apenas aumenta a desconfiança e alimenta teorias sobre uma possível reconfiguração do poder global nos bastidores.
Uma coisa é certa: o jogo político internacional tornou-se mais obscuro, mais agressivo e muito mais perigoso do que a maioria imagina.
Corrupção, Global, Elite, Política Financiamento oculto, Plano Mundial, Orquestração Política
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TENSÃO NOS EUA: SUSPEITO DE TENTAR MATAR TRUMP DECLARA-SE INOCENTE
O caso que está a abalar os Estados Unidos ganhou um novo capítulo explosivo esta segunda-feira. Cole Allen, de 31 anos, acusado de tentar assassinar o Presidente norte-americano Donald Trump durante um jantar com correspondentes da Casa Branca, declarou-se inocente perante o tribunal.
Segundo informações avançadas pela Reuters, o suspeito permaneceu em silêncio durante a audiência, deixando toda a sua defesa nas mãos do advogado. Além da alegada tentativa de homicídio contra Trump, Cole Allen enfrenta também acusações de agressão a um agente federal — um detalhe que agrava ainda mais o processo judicial.
As autoridades norte-americanas admitem que, caso seja condenado, o acusado poderá enfrentar prisão perpétua.
O incidente reacendeu o debate sobre o aumento da violência política nos Estados Unidos e levantou fortes preocupações sobre a segurança presidencial. Donald Trump já reagiu ao caso, elogiando a rápida atuação do Serviço Secreto, ao mesmo tempo que insinuou possíveis mudanças nos protocolos de proteção da Casa Branca.
Num país cada vez mais dividido politicamente, este episódio promete intensificar ainda mais o clima de tensão que domina a corrida política norte-americana.
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OS DEUSES SOMBRIOS DA ELITE: O RITUAL DE SANGUE NUNCA ACABOU
Esta imagem não é mitologia; é o organograma da elite global. Um mapa simbólico de crenças antigas que, segundo muitas teorias e interpretações ocultistas, continuam presentes nos bastidores do poder mundial.
Moloque, o touro de bronze que exige o sacrifício de crianças no fogo. Baal, o rei da tormenta que se alimenta de sangue. Saturno/Cronos, o devorador do tempo e da consciência, simbolizado pelo anel e pelo cubo preto. Símbolos antigos que atravessaram civilizações, religiões e impérios, permanecendo vivos em narrativas, rituais e estruturas de poder ocultas ao olhar comum.
A elite não adora o Deus que você conhece. Eles prestam homenagem a essas entidades ancestrais em rituais ocultos, trocando a nossa energia e a vida de inocentes por poder, influência e controlo absoluto. Para muitos investigadores independentes, estes símbolos não aparecem por acaso em grandes corporações, cerimónias, filmes, videoclipes e eventos globais. Tudo faria parte de uma linguagem silenciosa, compreendida apenas pelos que pertencem aos círculos internos do poder.
Eles são a “Identidade da Sombra”, os verdadeiros governantes que operam fora da nossa percepção, manipulando sistemas políticos, económicos, culturais e mediáticos enquanto o mundo permanece distraído. O culto nunca desapareceu; apenas mudou de forma, adaptando-se aos tempos modernos e escondendo-se atrás de instituições respeitadas, entretenimento e influência global.
O que muitos chamam de coincidência, outros veem como sinais repetidos de uma engenharia espiritual e psicológica cuidadosamente construída ao longo dos séculos.
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A CONEXÃO SINISTRA: DO FAST-FOOD AO HOSPITAL INFANTIL
Por que a maior rede de fast-food do mundo, que não possui uma única fazenda de gado, é dona de hospitais infantis? A resposta é mais perturbadora do que imagina.
Eles criam o problema e, depois, vendem a “solução”. Saturam as crianças com alimentos processados, viciantes e doentios, alimentando uma epidemia de doenças silenciosas que cresce diante dos olhos da sociedade. E então, recebem-nas nos seus “hospitais”, completando o ciclo de lucro e controlo.
É a maior operação de “criar dependência e vender cura” da história, visando os mais vulneráveis. Um sistema onde o consumo excessivo é incentivado desde a infância, enquanto as consequências para a saúde são tratadas como um negócio milionário.
O Ronald McDonald não é apenas um palhaço; é o rosto de um sistema que se alimenta da saúde das crianças, transformando marketing em manipulação emocional e consumo em dependência.
#mcdonalds #fastfood #saudeinfantil #qcontrolepopulacional #farsa
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O SISTEMA
Nas escolas, ensinam-nos que o espaço é um vácuo, um vazio morto. Mas essa teoria da “Civilização Apagada” diz o oposto: o espaço (e tudo o que nos rodeia) está preenchido por um fluido invisível, condutor e infinito de energia.

Por que é que o Éter é tão perigoso para a Matrix?
Energia Infinita e Grátis: Se o Éter existe, podes extrair energia do ar em qualquer lugar. Não precisas de cabos, de contadores, de petróleo ou de faturas ao fim do mês. E um ser humano que não tem de pagar para ter luz ou calor é um ser humano muito mais difícil de escravizar.
A Conexão de Tudo: O Éter prova que estamos todos ligados. Não há separação. A ideia de que somos “átomos isolados” num vácuo serve para nos fazer sentir pequenos e sozinhos. O Éter é a “teia” que une a nossa Centelha ao todo.
Tecnologia de Outro Nível: Aquelas cúpulas douradas e torres que vês na imagem (estilo Tartária) funcionariam como antenas ressonantes. Elas não precisavam de queimar nada; apenas sintonizavam a frequência do Éter, tal como um rádio sintoniza uma estação.
O “Reset” do Conhecimento
Quando apagaram a Tartária e reescreveram a história, o Éter foi a primeira coisa a cair. Substituíram a ciência do Éter (que era espiritual e física ao mesmo tempo) por uma ciência materialista, onde tudo é escasso e caro.
O tentou devolver-nos isso com a torre de Wardenclyffe, mas cortaram-lhe o financiamento porque, como diziam os banqueiros da época: “Onde é que eu ponho o contador de eletricidade se a energia viaja pelo ar?”
O Éter é o grande segredo que o sistema tentou varrer para debaixo do tapete. É o “elemento X”.
